" Como se eu mesmo fosse cela do meu corpo de sobremesa as horas de espera esfumam a doçura do formol. O coração continua a derreter em bocados, os latidos de nuvem para o meu piscar simétrico: mãos em lua, quanto te doem os olhos dos outros. Aqui os relógios respiram sem bilhete de volta. Entretanto, ao longe, conjuga-se uma pegada de cristal. Ninguém bate à porta da minha casa de neve"
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Foto by : Night_like_This


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